sexta-feira, 26 de abril de 2013
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Legalização da maconha???
O cara tem que ter merda na cabeça quando defende uma
proposta dessas.
LIBERAR A MACONHA???
Puta que pariu viu...
O cara tem que ter merda na cabeça quando defende uma
proposta dessas.
O negócio é muito simples e não há como contestar: Se uma
droga como o álcool, etanol, substância
psicotrópica alteradora voraz do sistema nervoso central é capaz de causar milhares de mortes dia após dia. O que pensa um retardado desses, quando apóia a liberação de
mais uma droga?
E o pior, uma substância potencialmente alucinógena e
entorpecente.
Tá... Entendo, que
dificilmente alguém vai agir de violência quando sobre o efeito da erva, até
porque sua dosagem é altamente eficaz como um tranqüilizante qualquer, vendido
em farmácia.
Agora, nas próprias bulas dos remédios já se diz: "Não dirija
após o uso de qualquer medicamento desse gênero." ( A maconha altera a percepção
sensorial e faz bater o carro mesmo. )
Maconha meu amigos, é o "sedativo natural”. Chapa mesmo!
Fumei muita maconha, usei muito Diazepan e outros...
Fumar maconha é como se auto medicar e se fuder de
dependência no final.
Você vai perder o apetite quando não tiver maconha para fumar, vai desidratar com o tempo de uso, vai negligenciar os
principais deveres, vai ficar sem parceiro conjugal, vai perder o emprego, vai vender os pertences para usar, vai ficar propenso à desenvolver Depressão e outras Doenças Psiquiátricas, tais como Esquizofrenia e a tão famosa Síndrome do Pânico, vai enlouquecer e tentar se matar...
Ah, deixa quieto... putz...
LIBERAR A MACONHA???
Liberar a maconha é aumentar o número de homicídios nas
rodovias, o número de pacientes nos Hospitais psiquiátricos, o número de
suicídios e por aí vai...
Só quem ainda não se ferrou de verde e amarelo com essa
droga é que pode realmente defender uma proposta dessas.
Daniel morgado – Conselheiro em Dependência Química
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Lixo no chão? ...Vai entupir mesmo, e a culpa não é do governo...
Hábito destrutivo e vergonhoso que o brasileiro e outros
“patriotas” têm de jogar lixo no chão.
Que dó do governo, que assim como não entende quase nada de
dependência química, também estão com o foco totalmente equivocado em relação à
prevenção de enchentes e outros transtornos causados pelo lixo urbano.
Proibir sacolinhas poderia até ser um paliativo, mas o
núcleo do transtorno está em uma direção muito mais intrigante do que a que se
pode suspeitar.
É claro que está na cara, tá no jeito, tá na postura.
Tá na alma do cidadão sem educação e sem respeito pelo
próximo.
Se uma pessoa é capaz de jogar uma lata de cerveja para fora
da janela do carro; como será que está sua escrivaninha de trabalho cheia de
cateto de nariz colado por de baixo da mesma?
Se o cara que fuma, joga a bituca do cigarro onde bem
entende; Quem tem coragem de comer um prato feito pelo mesmo cheio de fumaça e
“partículas” de nicotina?
Claro, não somos perfeitos, mas para que possamos ajudar a
evitar as enchentes, que logo – logo vão estar por aí, precisamos parar de
jogar lixo no chão.
PRECISA HAVER UM DESPERTAR ESPIRITUAL – Ou seja, um click na
alma; Passar a sentir que: Lugar de lixo é no lixo.
Enquanto não houver uma mudança de hábito, as enchentes nas
avenidas não terão solução.
Enquanto não nos conscientizarmos, e deixar-mos de
desrespeitar a cidade, as conseqüências serão cada vez piores e o governo,
“coitado”... , nunca vai dar conta do recado.
Daniel Morgado.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
O Problema da Co -
Dependência
Co-Dependência:
“A inabilidade de manter e nutrir relacionamentos
saudáveis.”
Pronto, agora você já têm uma idéia do que é a co-
dependência.
O que você ainda pode não saber é que essa tal inabilidade
de se relacionar com o outro de forma saudável e nutridora pode levar um
relacionamento à loucura se não for reconhecido e “tratado”.
Controlar pode se tornar um vício emocional; A pessoa que é
controladora compulsiva sofre tanto quanto aquele à que está se permitindo ser
controlado.
A tendência nas relações de controle obsessivo é de que
ambos, controlador e controlado não permitam que, nem um nem o outro “saia do
lugar.”
Torna-se uma relação profundamente doentia, onde a
necessidade de castração do controlador e a carência de amor do controlado se fundem
para formar o quadro patológico ( doentio) – aqui chamado: Co-Dependência.
Co-Dependência é a dependência do outro.
É uma forma de adicção desapercebida pela sociedade e pela
família.
Se tornar adicto por outra pessoa é tão comum que chega a
passar desapercebido no caminhar dos relacionamentos.
Pessoas que vivem o tipo do relacionamento co-dependente, só
vão se dar conta dos efeitos destrutivos do controle sobre o outro , quando
realmente notar que suas exigências já não estão mais sendo atendidas como um
dia foi no começo desta mesma relação.
Essa tal forma de -
amor condicional – é a válvula que move um relacionamento co-dependente, onde o
outro precisa se mover e corresponder de acordo com as minhas exigências e necessidades emocionais.
O Co-dependente necessita ficar no outro. Necessita escolher
pelo outro ou vice – versa.
Na maioria dos casos, quando a doença já está num grau
acentuado, o co-dependente passa a vivenciar
os dois lados da doença; Já não vive, não decide e nem consegue mais fazer
escolhas sem a concordância ou opinião alheia. Embora o lado mais popularmente
conhecido da doença, o faz continuar cobrando dos outro essas mesmas
necessidades de poder de decisão e fazer escolhas. (Eu quem decido o que você
quer e o que você vai escolher.) - É quando os papéis passam à se inverter e se
fundir intensamente ). Perpetuando assim a chamada: “Doença do controle”.
É comum você fazer uma pergunta à um filho de uma mãe
controladora e antes que o jovem responda, ela já dá a resposta de imediato.
Tolhendo assim o poder de se expressar e
interagir deste filho.
Nos lares co-dependentes, existe uma energia carregada –
pesada, onde as opiniões, antes silenciadas, quando expressadas, se tornam motivo para discórdias
e controversas.
Pais e filhos perdem a capacidade de se relacionar, de
conversar, de apenas discutir um tema de forma simples e coerente.
O desgaste nos lares co-dependente é tão nítido que a
maioria dos membros de uma família doente já não têm mais paciência para
parar e escutar quem está falando e o que está falando.
Bem, eu poderia ter começado o texto como a maioria dos escritores começam: “Nos lares onde o uso
do álcool e outras substâncias...”
Mas não; Optei aqui por passar a idéia de que a Co-dependência
está em todos os lugares, onde existem pessoas que aprenderam a se relacionar
de forma controladora e que necessitam ver o outro se mover e corresponder de acordo com suas exigências, necessidades emocionais e
perspectivas fantasiosas.Ou então, muitas
das vezes, como eu já disse, podendo haver uma inversão dos papéis, onde a
insegurança gerada pelo vício da relação faz com que o controlador também venha
precisar do aval determinante do outro. ( cônjuge, amigo, empregado, patrão,
filho..) Para que encontre coragem de decidir alguma coisa em sua vida.
Daniel Morgado - Conselheiro em Dependência Química
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